Que eu vou dizer, Voce nunca ouviu de mim Pois minha timidez nao me deixou Falar por muito tempo Para mim voce e a luz Que revela os poemas que fiz Quem conhece da terra e do sol Muito sabe os misterios do mar
O que eu vou dizer, Voce nunca ouviu de mim Pois quieto que sou So sabia sangrar, sangrar cantando Quantas vezes eu quis me abrir E beijar e abracar com paixao Mas as palavras que devia usar fugiam de mim Recolhidas na minha prisao
O que eu vou dizer, Voce nunca ouviu de mim Pois minha solidao foi nao falar, Mostrar vivendo. Quantas vezes eu quis me abrir E as portas do meu coracao sempre pediam Seu amor e meu sol E sem ele eu nao saberia viver
(Milton Nascimento/Fernando Brant) Ha um menino Ha um moleque Morando sempre no meu coracao Toda vez que o adulto balanca Ele vem pra me dar a mao Ha um passado No meu presente Um sol bem quente la no meu quintal Toda vez que a bruxa me assombra O menino me da a mao E me fala de coisas bonitas Que eu acredito que nao deixarao de existir Amizade, palavra, respeito, carater, Bondade, alegria e amor Pois nao posso, nao devo, nao quero Viver como toda essa gente insiste em viver E nao posso aceitar sossegado Qualquer sacanagem ser coisa normal Bola de meia Bola de gude O solidario nao quer solidao Toda vez que a tristeza me alcanca O menino me da a mao Ha um menino Ha um moleque Morando sempre no meu coracao Toda vez que o adulto fraqueja Ele vem pra me dar a mao Fernando de Paula Junior
(Milton Nascimento/Fernando Brant) Ha um menino Ha um moleque Morando sempre no meu coracao Toda vez que o adulto balanca Ele vem pra me dar a mao Ha um passado No meu presente Um sol bem quente la no meu quintal Toda vez que a bruxa me assombra O menino me da a mao E me fala de coisas bonitas Que eu acredito que nao deixarao de existir Amizade, palavra, respeito, carater, Bondade, alegria e amor Pois nao posso, nao devo, nao quero Viver como toda essa gente insiste em viver E nao posso aceitar sossegado Qualquer sacanagem ser coisa normal Bola de meia Bola de gude O solidario nao quer solidao Toda vez que a tristeza me alcanca O menino me da a mao Ha um menino Ha um moleque Morando sempre no meu coracao Toda vez que o adulto fraqueja Ele vem pra me dar a mao Fernando de Paula Junior
Nunca mais vai beber minhas lagrimas Nao vai, nao Me fazer de gato e sapato Nao vai mesmo nao Se eu choro, me lanho, me arranho Nao e de saudade (suponho que nao...) E uma dor que mudece aqui dentro o meu coracao Se eu lembro de tuas palavras Me vem suor E o sangue me sobe A cabeca esquenta E eu fico pior Me devolva os meus travesseiros E perco o meu sono Que coisa ruim Eu so sei que a imagem dele Pregada na insonia Nao desgruda de mim
Nunca mais vai beber minhas lagrimas Nao vai, nao Me fazer de gato e sapato Nao vai mesmo nao Se eu choro, me lanho, me arranho Nao e de saudade (suponho que nao...) E uma dor que mudece aqui dentro o meu coracao Se eu lembro de tuas palavras Me vem suor E o sangue me sobe A cabeca esquenta E eu fico pior Me devolva os meus travesseiros E perco o meu sono Que coisa ruim Eu so sei que a imagem dele Pregada na insonia Nao desgruda de mim
E e boi, e e boi Se eu contasse o que ninguem conhece do povo dai Iam dizer que e mentira acabava a carreira e o que resta de mim.
E e boi, e e boi Fez a fogueira, caiu dentro dela e o povo sorriu No outro dia, as beatas de lingua de fora, que o padre sirviu
Dentro de mim, nas estrelas ou no que se faz passar Anda meu amor primeiro que teima em nao completar e pena
E e boi, e e boi A porta aberta Bemvindo a casa, prazer conhecer se a conversa acabar na cozinha ja e da familia melhor pra voce
Tem o son de tudo e absurdo e misterio Libertas... doce folia o som de todos que escutei Ouro preto chama Paris Philadelphia entra na roda Negro mina chora Sonho apaixonado de quem canta e cantara, e, e
E e boi, e e boi A porta aberta Bemvindo a casa, prazer conhecer se a conversa acabar na cozinha ja e da familia melhor pra voce
E amor, e amor Os namorados no meio da tarde comecam a sorrir e eu aqui neste morro na frente de um touro falando de mim
O sol ta descendo agora o silencio deixa ouvir Sera o sinal de anjo essa brisa a traducir meus nomes
Day wanders away And the night clings like a tear In the quite and cold A young man is crying Living with his fear
As a voice rises in prayer That the knows no one will hear He must face this alone This time of learning Knowing death is near
All his day are filed with empty sorrow A warrior’s life with know tomorrow to warm him His only hope or comfort is dreaming At times he’d like to run
All his night are long and fear is blinding His oath is stronger, honor binding, it holds him Again he’ll stand his ground until morning He lives to see the sun
As the day wanders away And the night clings like a tear In the quite and cold A young man is crying Living with his fear